A neuroarquitetura é um estudo que aplica neurociência à arquitetura, e essa tendência tem como objetivo despertar emoções e sensações ambientais.
O ambiente é percebido pelas pessoas através da visão periférica, despertando a sensação que ela tem nos espaços. Dessa forma, por meio de variações ambientais, como cores, aromas, sons, formas, biofilia e iluminação, é possível definir um impacto no bem-estar das pessoas.
Planejar um ambiente pensando em neuroarquitetura pode trazer estímulos que conectam o seu estilo de vida ao lar e ao trabalho. Afinal, quanto mais personalizado o seu ambiente é, maior o sentimento de pertencimento e carinho pelas memórias. Continue a leitura e saiba como se aventurar nas variações ambientais no lar e no trabalho.
Você pode controlar diferentes variáveis ambientais para criar boas experiências e, assim, gerar as emoções ideais para o espaço e para a mente.
Trabalhar aromas no ambiente ajuda a criar memórias afetivas. Já as formas da edificação e dos objetos, por sua vez, têm o valor de realçar a beleza e a funcionalidade daquele lugar. Uma outra variável ambiental que agrega sensações aos espaços é a biofilia, pois ela cria uma sensação de reconexão à natureza. Por fim, as cores também possuem um papel importante dentro da neuroarquitetura: elas reforçam a personalidade do local, despertando diferentes emoções
Somos impactados por tudo que acontece em nosso entorno e, ao recordar lembranças ao longo da vida, reconhecemos o sentimento gerado por aquela experiência. Por isso, o fator predominante para trabalhar a neurociência aplicada à arquitetura é o autoconhecimento. Dessa forma, será possível despertar os estímulos desejados de acordo com as particularidades de cada pessoa, ocasionando o conforto e bem-estar ao seu estilo de vida.
Buscando estimular os sentidos durante o trabalho, pode-se planejar um ambiente com características sensoriais, através do uso de cores e diferentes texturas. Também é possível criar um espaço mais informal, com mobiliários confortáveis, uso de plantas, espaços e elementos para descanso e descontração.
Outro aspecto que se define como pilar na neuroarquitetura é a organização dos ambientes, gerando tranquilidade e ajudando no controle da ansiedade. Também a valorização da iluminação natural é um fator que gera vantagens aos ciclos psicológico e fisiológico, além de economia com a energia elétrica. Ao trabalhar em um ambiente fechado, posicione sua mesa próxima às janelas para aproveitar o melhor da luz do dia.
Você pode elaborar um espaço com a sua personalidade de diversas formas. Moldar um ambiente voltado ao seu próprio bem-estar exige que você traduza seus gostos, preferências e hábitos.
Cada ambiente exerce uma função. Por exemplo, quando você transforma sua sala de estar em um local acolhedor e aconchegante, pode brincar com cores vibrantes nas paredes e nos objetos. Por outro lado, se utilizar esse espaço para descanso, deve evitar excessos para não cansar demais a visão.
Outro local divertido para se aventurar pelas experiências sensoriais olfativas é a cozinha, que exala aromas a todo momento. Alimentos frescos e potes com temperos vão definir o espaço com o seu gosto de ser. Já os quartos, locais sagrados de descanso, necessitam de objetos e cores agradáveis ao olhar, trazendo boas energias e relaxamento.
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